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Ferreira Gullar, escritor
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"Um projeto que consiste em convidar escritores do país inteiro para conversar com leitores é sempre positivo. Pena que não aconteça em todas as cidades. Isso resulta em uma coisa positiva que é a aproximação do autor com o público e permite que as indagações dos leitores sejam debatidas com o escritor." |
Mary Del Priore, historiadora e escritora
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“Sempre Um Papo é uma janela aberta entre escritores e leitores. Uma oportunidade única de conversarem juntos, sobre aquilo que amam: a leitura. Uma chance de aproximar os vários brasís que existem em nosso país. De Norte a Sul tive a oportunidade de conhecer, ouvir e abraçar os que me dão o prazer de ler os meus trabalhos. Mais do que um simples papo, os encontros traduzem a importância dos livros em nosso dia a dia, revelando, também, a paixão de todos que com eles se envolvem!” |
Zuenir Ventura, jornalista
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"Nesse país, onde esses eventos têm pouca duração, o Sempre Um Papo é uma referência nacional. Dificilmente eu encontro alguém, escritor, pessoas de universidade que não tenham ouvido falar no Sempre Um Papo. É extraordinário. Você não escreve hoje a história literária do país sem a ajuda dos depoimentos, dos escritores e dos autores do Sempre Um Papo. Eles formam um elenco muito rico que vai desde o escritor iniciante até o Prêmio Nobel." |
Ruy Castro, jornalista e escritor
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“Um dia, alguém ainda vai construir um busto para Afonso Borges, pelo seu incansável trabalho em prol dos escritores brasileiros de rua, sem teto e carentes. Não fosse por ele, centenas desses escritores já teriam morrido de tédio, velhice e desgosto. O que lhes dá uma razão de viver é saber que, em Belo Horizonte, existe um sujeito que ainda vê neles alguma centelha de inteligência e criatividade. Afonso os traz a BH, dá-lhes um prato de comida, promove-os adoidado e ainda providencia platéias queridas e atentas para aplaudi-los. Mais de um escritor já adiou o suicídio por causa disso. Por essas e outras, Afonso Borges está se tornando um fator de risco: ele é tão doce que pode ser ameaça para os diabéticos. E, como se não bastasse, o diabo do Afonso é também o melhor poeta bissexto da praça. E não apenas da Praça Sete.” |
Humberto Werneck, jornalista
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“Para os belo-horizontinos mais atentos, é um programa que não se pode perder, seja qual for o convidado da semana. Lá fora, autores e editores do eixo Rio-São Paulo já sabem: nenhum esquema de lançamento literário, hoje, estará completo sem uma viagem a Belo Horizonte, quem diria, para Sempre Um Papo de Afonso Borges. " |
Luis Alfredo Garcia-Roza, escritor
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"A relação que o Sempre Um Papo mantém com autores convidados é extremamente agradável, pessoal e livre dos formalismos dos grandes eventos oficiais. Trata-se realmente de um encontro entre o escritor e seu público leitor. Desejo vida longa para o programa-projeto de Afonso Borges”. |
Miguel Paiva, escritor
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“Afonso é uma espécie de embaixador de Minas Gerais no resto do Brasil. O Sempre Um Papo é sempre uma surpresa, sempre uma novidade. Que esse papo não acabe nunca. Sempre BH, sempre Afonso, sempre um papo”. |
Lemyr Martins, escritor
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“O Sempre Um Papo só podia ser mineiro. A gente fala com gente sem pressa, dá o recado, e não fica rouco de ouvir. Comigo foi assim." |
Vagner Fernandes, jornalista e escritor
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“Em um país cujas desigualdades sociais impingem a grande maioria da população ao abismo da má educação, ter um projeto voltado para discussões literárias é um luxo. O Sempre Um Papo é um luxo incontestavelmente necessário.” |
Alberto Villas, jornalista e escritor
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“Que mineiro gosta de uma boa conversa, de contar histórias, de bater um papo, isso todo mundo sabe. Mineiro é bom de prosa e de verso. Mas de uns tempos pra cá, quer dizer, de uns bons tempos pra cá, uns vinte anos, os mineiros inventaram uma maneira de não deixar o papo acabar nunca. Eles inventaram um tal de Sempre um Papo e convidaram pra roda escritores, músicos, poetas do Brasil inteiro. Isso quer dizer que depois do Sempre um Papo está todo mundo virando mineiro, está todo mundo doido pra contar um causo.” |
Bruno Levinson, jornalista, produtor cultural e escritor
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“Não é todo dia que podemos participar de um evento literário que reúne um grande público atento e curioso. Saí do meu “Sempre Um Papo” com vontade de escrever logo um novo livro para justificar estar novamente em contato com essa galera. Foi um incentivo a mais ser questionado pelo meu trabalho de forma tão inteligente. Fiquei mesmo muito feliz e empolgado. Eu e meu parceiro Marcelo D2! Fico aqui na torcida para ter sempre esse papo.” |
Tony Bellotto, músico e escritor
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“O que posso dizer sobre o Sempre Um Papo? Que é uma iniciativa brilhante e heróica que consegue reunir tanta gente para conversar sobre livros num país em que pouquíssima gente lê? Que é um evento cultural já tradicional num país em que eventos culturais são cada vez mais raros? Que é uma inspiração constante para aqueles que acreditam que ainda é possível transformar o mundo com palavras? Que é uma oportunidade única de autores ampliarem seus espaços e conhecerem seus leitores? O Sempre Um Papo é muito mais que isso.” |
Cristovão Tezza, escritor e professor
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“Participar do “Sempre Um Papo” foi uma experiência maravilhosa, em três momentos: Belo Horizonte, com a mediação de Afonso Borges, e em seguida em Porto Velho (Rondônia) e Rio Branco (Acre), com Fred Perillo. Um formato muito bem pensado, que aproxima autor e leitores com um roteiro sem cerimônia, e uma organização impecável que respeita o escritor e a atividade literária. Raros espaços de divulgação literária no Brasil têm essa competência, sedimentada em muitos anos de trabalho. Um projeto que é um ótimo exemplo de valorização do livro. Gostei muito!” |
Carpinejar, poeta
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Não é só papo. Estou falando de um encontro que transformou meu jeito de viver o leitor, de me aproximar dele, de conversar e interagir. As perguntas estão sempre abertas. Vivas. Acesas. Debate com alarido de casa. Curioso e infinito. Indiscreto só o que não tem afeto, aqui sobra, empresta-se amor e sal.
Não é só papo. É mesa de bar entre amigos. Tente sair, não dá, perdemos as horas. O que é bom passa rápido, mas demoramos para esquecer.
Não é só papo. É uma família. A família da literatura brasileira.
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Laurentino Gomes, Jornalista e Escritor
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"Adorei a semana passada em Belo Horizonte. O trabalho da equipe do Sempre Um Papo está sempre muitos degraus acima da média nacional. Vocês fazem toda a diferença! Parabéns! Abração. " |
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