Almanaques

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A jornalista Ana Maria Bahiana lançou a moda com “O almanaque dos anos setenta”. Quem não se lembra das costeletas imensas do Emerson Fittipaldi, do Vila Sésamo, do horroroso filme “Tubarão”, do início da teledramaturgia no Brasil, com “Cavalo de Aço” e “Gabriela, Cravo e Canela”?
Pois é, os almanaques viraram moda na Ediouro. Depois dele, foram lançados “O almanaque dos anos oitenta”, “O almanaque do fusca”, “O almanaque da Jovem Guarda”, “O almanaque da tevê”. E, fiquei sabendo agora, sairão os que faltam: os da década de cinquenta e sessenta. Almanaque é para quem gosta de colecionar selos. E para os saudosistas. Ali eles se recordam da infância, dos tempos passados, das manias nacionais.
Na minha opinião, é um boa forma de se contar a história do país pela história dos costumes. Vejam no site da Ediouro. E escolha qual a sua melhor lembrança.